quinta-feira, 26 de abril de 2012
É ÓTIMO VIAJAR E MELHOR AINDA VOLTAR PRA CASA
Ainda em Bariloche, no domingo dia 22 de abril, encontramos uma cidade limpa, porém, ainda com as marcas das cinzas do vulcão puyehue. É diferente visitar uma das principais estações de esqui da América Latina, quando esta não tem neve, mas é muito bonita, principalmente de cima dos cerros pra fazer ótimas fotos.
Pra almoçar fomos atrás da comida mais típica da região, e encontramos na Vila Suiza, distante 26 km do centro. Ali apreciamos o Kurantu, pedaços de cordeiro montanhês, de carne de gado, de pollo (frango), porco e linguiças. Isto tudo é cozido coberto por terra, eu explico: cava-se um buraco no chão, coloca brasa e em cima pedras, depois folhas de uma árvore especial, neste ponto é colocado as carnes pra serem cozidas, depois mais folhas, sacos de linho e por último terra. Tudo isto fica por duas cozendo pelo vapor, na hora de comer nos surpreendemos pelo sabor e maciez, tudo isto acompanhado por um bom vinho da Patagônia da Adega Del Fin del Mundo, alguns beberam cerveja.
Após mais um giro pelo lago Nahuel Huapi, voltamos ao centro pra mais umas compras e depois pra jantar. No dia seguinte partimos em direção a Neuquém, capital da prôvincia, depois Santa Rosa, onde cruzamos um deserto até chegar ao Pampa Argentino, onde já se via a produção agrícola e pecuária, a noite dormimos em Buenos Aires e logo de manhã partimos para Rivera/Livramento, mais compras, no dia seguinte 25 de abril as 17:30 hs chegamos em casa depois de percorrer 11.480 km e 15 dias de viagem.
Não para por ai, pois a história continuará .... mais relatos... mais fotos....
Pra almoçar fomos atrás da comida mais típica da região, e encontramos na Vila Suiza, distante 26 km do centro. Ali apreciamos o Kurantu, pedaços de cordeiro montanhês, de carne de gado, de pollo (frango), porco e linguiças. Isto tudo é cozido coberto por terra, eu explico: cava-se um buraco no chão, coloca brasa e em cima pedras, depois folhas de uma árvore especial, neste ponto é colocado as carnes pra serem cozidas, depois mais folhas, sacos de linho e por último terra. Tudo isto fica por duas cozendo pelo vapor, na hora de comer nos surpreendemos pelo sabor e maciez, tudo isto acompanhado por um bom vinho da Patagônia da Adega Del Fin del Mundo, alguns beberam cerveja.
Após mais um giro pelo lago Nahuel Huapi, voltamos ao centro pra mais umas compras e depois pra jantar. No dia seguinte partimos em direção a Neuquém, capital da prôvincia, depois Santa Rosa, onde cruzamos um deserto até chegar ao Pampa Argentino, onde já se via a produção agrícola e pecuária, a noite dormimos em Buenos Aires e logo de manhã partimos para Rivera/Livramento, mais compras, no dia seguinte 25 de abril as 17:30 hs chegamos em casa depois de percorrer 11.480 km e 15 dias de viagem.
Não para por ai, pois a história continuará .... mais relatos... mais fotos....
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